Não terceirize seus problemas: A vida pode ser bem difícil para algumas pessoas, não é? Muitas nascem em condições desfavoráveis, em países onde a cultura ou o governo são precários. Inclusive no nosso país, em algumas regiões, o acesso a itens básicos que todo ser humano deveria ter é escasso. Há crianças trabalhando no campo, menores sendo explorados, mulheres e idosos sofrendo.
Você pode parar agora de ler e pesquisar na internet — há inúmeros materiais e informações sobre essas situações, inclusive no nosso próprio país. Mas, é assim para você?
Você está em uma situação vulnerável?
Talvez você que está lendo agora não tenha as melhores condições, mas ainda tem uma cama quente, comida, mesmo que simples, e não passa fome. Este texto não é voltado para pessoas em situações de extrema vulnerabilidade. Longe de mim. Ele é direcionado para aqueles que tiveram, ao menos, acesso à educação básica, moradia e alimentação.
Às vezes, nos sentimos injustiçados na vida. Passamos por situações difíceis, a família não nos dá apoio, ou eventos adversos, como sermos roubados, acontecem. É ruim, eu sei.
Mas o ponto essencial deste texto é: O que você fez depois?
Você pode escolher o papel de vítima ou de agente de mudança
Mais uma vez, reforço que este texto não se destina a pessoas em situações vulneráveis ou que enfrentaram eventos traumáticos graves, como agressões ou abvs0.
Eu já ouvi inúmeras vezes frases como: “Minha mãe nunca se importou comigo de verdade”, ou “Meus pais não me apoiam, nunca pagaram um curso”, “Ninguém me dá oportunidades”, “Eu sou assim porque nunca fui orientado”. “Tenho traumas porque fulano me feriu”.
Isso me leva a perguntar: Ok, é ruim. Mas o que você está fazendo com tudo isso?
Quando sofremos algo injusto ou doloroso, temos dois caminhos a seguir: o de vítima ou o de quem corre atrás do prejuízo.
Assumindo a responsabilidade pelas suas escolhas
É crucial sabermos quem somos e onde queremos chegar, para que, ao encontrarmos esses obstáculos, tenhamos uma direção clara.
Frequentemente, terceirizamos a culpa. A culpa é realmente dos seus pais ou é sua, por não estudar, por não correr atrás? Hoje em dia, temos tantas informações de qualidade disponíveis de graça na internet!
A falta de dinheiro é culpa de alguém ou é sua, por gastar como se não houvesse amanhã? E detalhe: sempre há um amanhã!
Culpar o sistema resolve alguma coisa?
Outro ponto comum é culpar “o sistema”. Claro que existem barreiras sociais e econômicas que afetam muitas pessoas, e é justo criticar esses problemas. No entanto, usar o sistema como uma desculpa para não agir só perpetua a estagnação. O sistema pode ser falho, mas o que você está fazendo para se destacar apesar dessas falhas? Você pode escolher se conformar ou buscar maneiras de se adaptar, aprender e superar as dificuldades que ele impõe.
O que você está fazendo para mudar a sua situação atual?
Quais sacrifícios você está disposto a fazer para alcançar seus objetivos?
Uma desculpa clássica é culpar os pais. Mas lembre-se: eles também têm seus próprios problemas e desafios. Será que o problema não é você esperar demais deles, ao invés de buscar seu próprio caminho?
Reflexão: o que você está fazendo com a sua vida?
Isso vale para tantas áreas da vida. Cabe a nós fazermos uma autoavaliação: O que estou fazendo com a minha vida? O que estou fazendo que me sabota, que atrasa meu progresso?
Estou me dedicando o quanto poderia?
E nem é papo de coach! Você pode ficar aí chorando, vendo a vida passar, ou pode levantar e tentar fazer algo a respeito. Porque uma coisa é certa: a vida vai passar. E quando você chegar ao fim, vai se perguntar: valeu a pena?
“Os conteúdos compartilhados aqui são baseados na minha experiência pessoal e visão de mundo. Estou em constante aprendizado e evolução, e meu objetivo é compartilhar essas ideias com a esperança de que possam ajudar de alguma forma. Cada um de nós tem uma jornada única, e é importante lembrar que o que funciona para mim pode não funcionar para todos. Sempre busque o que ressoa com você e faça suas próprias escolhas.”











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